Meu bem, veja bem, omitir é a pior das mentiras. É a mentira que jamais pode ser descoberta por gestos de stress ou desconforto por simplesmente não terem sido expostas. Deixa-me sentir tuas mãos gélidas e perceber o suor frio que te escorre a pele. Deixa-me saber até onde sustenta doses de inverdade.
Me deixa saber o que se passa, já que você já pegou o trem que passou aqui dentro.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
Rascunho 1
Chega um ponto que você tenta ser você outra vez, impôr seus limites por mais que eles já tenham sido ultrapassados, fazer as pessoas te respeitarem outra vez, feito um politico pedindo redenção. Mas, assim como o político, que não tem mais credibilidade com ninguém, aqui estou eu: suja, machucada, sangrando, magoada, amando e sem o poder que tem uma pessoa que também é amada. Estou aqui sendo rasgada por dentro todas as vezes que não sou tratada como deveria por alguém que deveria, sim, me tratar como deveria.
Perdi o poder porque amei demais. Me submeti a tudo que podia e que não podia pra tentar tornar tudo mais fácil - não pra mim -. Tudo que eu tinha foi embora junto com o meu amor próprio: meu poder de decisão, minha voz.
Toda noite um pouco mais. Toda noite um pouco menos. Menos de mim. Mais dele.
((((Talvez Outubro, em uma das infinitas brigas que geravam crises de consciência e leve racionalidade.)))))
Chega um ponto que você tenta ser você outra vez, impôr seus limites por mais que eles já tenham sido ultrapassados, fazer as pessoas te respeitarem outra vez, feito um politico pedindo redenção. Mas, assim como o político, que não tem mais credibilidade com ninguém, aqui estou eu: suja, machucada, sangrando, magoada, amando e sem o poder que tem uma pessoa que também é amada. Estou aqui sendo rasgada por dentro todas as vezes que não sou tratada como deveria por alguém que deveria, sim, me tratar como deveria.
Perdi o poder porque amei demais. Me submeti a tudo que podia e que não podia pra tentar tornar tudo mais fácil - não pra mim -. Tudo que eu tinha foi embora junto com o meu amor próprio: meu poder de decisão, minha voz.
Toda noite um pouco mais. Toda noite um pouco menos. Menos de mim. Mais dele.
((((Talvez Outubro, em uma das infinitas brigas que geravam crises de consciência e leve racionalidade.)))))
Tome tento
Daí você leva um tropeço da vida e ela te mostra que nada estava certo e que você se apagara diante de tudo e de todos e, ainda pior, achando que era o melhor para si.
Mentira, você sempre soube que não estava nada no lugar, mas, ainda assim, preferiu ficar lá. O motivo você sabe bem. Conforto. Ou até mesmo uma falsa ideia de amor ou uma falsa ideia de que esse "amor" venceria ou suportaria tudo.
Mas como? Como você deixou tanto tempo passar fingindo acreditar numa coisa que você sempre soube o contrário? Sempre soube que o que vence são as pessoas. O amor, sim, ele vence. Mas é você quem o faz.
Tome tento.
Pare.
Retome.
Não precisa ser tão lentamente como de costume.
Volte. E perceba que nada parou pra te esperar voltar. Pegue o bonde andando. Se reaprenda. Porque sem você, quem o terá? Tome as rédeas de si. Deixe de viver a vida que os outros esperam que você viva ou de ter opiniões que as pessoas esperam que você tenha. Por mais importantes que as outras pessoas sejam, você tem que ser suficiente pra si. E digo mais, se são tão importantes, elas merecem te conhecer.
Saí dessa rotina de viver rotina de outra pessoa. Desse conforto de beijar alguém como se fosse apertar o botão de mudar o canal de uma tevê sem qualquer empolgação. A vida é bem mais que isso. Inclusive, acredito que até o amor também seja.
Não era sobre nada disso que eu ia escrever.
Só lembro que era sobre um rapaz.
Mentira, você sempre soube que não estava nada no lugar, mas, ainda assim, preferiu ficar lá. O motivo você sabe bem. Conforto. Ou até mesmo uma falsa ideia de amor ou uma falsa ideia de que esse "amor" venceria ou suportaria tudo.
Mas como? Como você deixou tanto tempo passar fingindo acreditar numa coisa que você sempre soube o contrário? Sempre soube que o que vence são as pessoas. O amor, sim, ele vence. Mas é você quem o faz.
Tome tento.
Pare.
Retome.
Não precisa ser tão lentamente como de costume.
Volte. E perceba que nada parou pra te esperar voltar. Pegue o bonde andando. Se reaprenda. Porque sem você, quem o terá? Tome as rédeas de si. Deixe de viver a vida que os outros esperam que você viva ou de ter opiniões que as pessoas esperam que você tenha. Por mais importantes que as outras pessoas sejam, você tem que ser suficiente pra si. E digo mais, se são tão importantes, elas merecem te conhecer.
Saí dessa rotina de viver rotina de outra pessoa. Desse conforto de beijar alguém como se fosse apertar o botão de mudar o canal de uma tevê sem qualquer empolgação. A vida é bem mais que isso. Inclusive, acredito que até o amor também seja.
Não era sobre nada disso que eu ia escrever.
Só lembro que era sobre um rapaz.
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