Aquela tal dança em que eu te embalava já está em baixos volumes. Aquela tal sorte única de só você poder sentir e saber o que ninguém jamais imaginou, a beleza da rebeldia que você via. Isso tá tudo mal escrito, sem sentido, fraco e superficial. Logo tu, que sempre se achou tão concreto, tão correto, tão certo. Não sabe mais porque fica. Mesmo sem embora, não sabe. Eu só esperava a tua sensatez, aquela que sempre vinha me mostrando, e não me tratar por menor como tem feito. Ando tão só que só te sinto quando se faz presente. E, por mais redundante que isso possa parecer, não era pra isso acontecer.
És tão imaturo e tão inseguro que se esconde entre as pernas da Senhora Autossuficiência por não saber lidar com o que realmente quer pra si ou pensa que conhece.
E eu aqui, mesmo tendo a plena certeza de que nada mais disso existe, fico. Fico. Sim. Mesmo sabendo. Pois algumas coisas não mudam, mas como saber? Quero tirar essa dúvida.
Você bem sabe que aquela tal chuva me trouxe para você e quem sabe ela não me leva de volta...
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